Meus gatos fazem parte da minha vida e da minha família. Eles preenchem minha casa com a alegria das correrias e brincadeiras e, com sua beleza, decoram cada cantinho de cada aposento, seja cochilando com pose de esfinge na mesinha de centro da sala, seja se esticando de barriga para cima no chão do corredor para afugentar o calor.

Companheiros, entendem que sua presença é uma dádiva para mim, e ficam comigo até tarde no escritório aqui de casa quando preciso, entre o teclado e o monitor, ou no chão ao meu lado, proporcionando a mim um alívio morno das tensões que o serão do trabalho me causa.

Sua presença, ora silenciosa, ora nem tanto assim, faz toda a diferença, cada um ao seu modo, seja me fitando com olhar amoroso, seja fazendo charme para ganhar um biscoitinho...

Tanto amor, em um só olhar! Só um gato oferece isso a você. Convivendo com eles, todos os meus sentimentos mais puros vêem à tona. Viro criança de novo brincando com eles pela casa, choro quando penso que podem estar sofrendo ou precisando de mim, tenho ímpetos de "mãe" zelosa ao cuidar de sua alimentação e higiene, acho graça quando vêem me acordar de madrugada - mesmo que isso signifique uma escavação em meus cabelos, ou então um gato deitado no meu pescoço...

Tudo fica colorido quando meus gatinhos estão por perto! Não tem preço ter seu colo escolhido por seu gato entre tantos outros colos disponíveis. Não tem preço o miado de reconhecimento e saudade que o gato lhe dirige quando vê você entrar em casa após um dia longo de trabalho!

É pura emoção, é amor em estado bruto. Coisas que só um bichinho de estimação extrai de seu coração...’

“Tenho um ponto fraco. Os animais!

Quando se trata deles, tudo é emoção para mim. Desde criança, os gatos me atraem, e hoje são, em minha opinião, os animais domésticos mais fascinantes.

Em relação às emoções, eles se assemelham a nós, humanos, em uma série de atitudes, e servem de exemplo outras vezes, principalmente quando se trata de amor-próprio.

Depoimento de Gisley R. Ferreira (KSI Cats Lord Bruce Maximus, mais conhecido como Max Fivelinha):

Fico pensando...como é que pode um ser tão irracional interagir como um ser humano.
O gato não satisfaz as necessidades doentias do amor. Só as saudáveis.
O gato não se relaciona com a aparência do homem. Ele vê além, por dentro e pelo avesso. Relaciona-se com a essência.
O gato vê mais e vê dentro e além de nós. Relaciona-se com fluidos, auras, fantasmas amigos e opressores. O gato é médium, bruxo, alquimista e parapsicólogo. É uma chance de meditação permanente a nosso lado, a ensinar paciência, atenção, silêncio e mistério. O gato é um monge portátil à disposição de quem o saiba perceber.
Em minha vida aprendi que em nosso cérebro reside a parte pensante de nosso espírito, para mim o gato é uma chance de interiorização e sabedoria posta pelo mistério à disposição do homem. "

" Meu gato veio para mim em sonho,  era minha vontade desde a infância ter uma gato persa, foi então que conheci a Kátia e através dela meu lindo Lord Gerard, eu já o conhecia, pois ele havia aparecido pra mim no sonho e pra meu espanto, era exatamente igual!!!
Desde então interagimos um com o outro, uma relação intensa onde a minha vida mudou, agora sou mais feliz, minha vida emocional mudou, parece que agora sou completa, comentei com meu marido que nossa família esta completa agora que temos ele.
Ele é maravilhoso, seu mundinho é estranhamente silencioso e cheio de magia; interrompido apenas por um ronronar de contentamento ou um miado de pedido, quase sempre de carinho.

Depoimento de Patrícia Benedetti (KSI Cats Lord Gérard):

Muito embora tenha grande vontade de continuar escrevendo, o último ano de uma faculdade pesa para qualquer um e para mim especialmente, até pela necessidade de acumular múltiplas atividades.

Então, este é também um pedido de desculpas para as pessoas que já se acostumaram a ler meus artigos.

Este tema, “longe do cérebro, perto do coração”, andou me visitando por alguns dias, até que me convenceu a escrevê-lo. Acho que o próprio título já dispensa um pouco uma introdução sobre o que eu pretendo falar, até porque tenciono mesmo me distanciar do cérebro.

Não que o cérebro não seja “bom”, é sim, claro!

Mesmo quando se fala em qualidade de vida, também o cérebro é usado para mensurar o quanto estamos bem ou não, mas quando se trata de um bichinho nas nossas vidas, não vejo o cérebro como o mais indicado para “falar” como estão as coisas.

O coração neste caso é quem “dá as ordens”, e ordens muitas vezes até desnecessárias, como comprar uma caminha super cara para um gatinho que acabou de chegar na sua casa e que ele olhará para a caminha com o mais profundo desdém e irá deitar-se na SUA cama, ou no sofá, enfim, em qualquer lugar, menos na cama caríssima que você comprou com tanto carinho!

Até hoje não vi um único caso, que o novo papai ou mamãe me dê notícias de um gatinho, dizendo que ele dorme prazerosamente na caminha que foi comprada por eles. Bom, eu mesma, mandei fazer uma caminha para a Chrystall em formato de coração e totalmente cor de rosa, então sei bem o que estou falando!
Acho que nem preciso dizer que ela nunca dormiu na caminha!

Mas enfim, um gatinho nas nossas vidas, por incrível que pareça, pode causar uma grande transformação para o bem.

Eu mesma, nem me imagino mais, escrevendo no computador, sem ter um gatinho tentando passar por cima do teclado ou mesmo com o rabo caindo sobre a tela.

Outro dia o Eros conseguiu mandar uma mensagem pelo MSN para meu filho que está em Curitiba. Foi algo assim:

- KFSJSFDGG!!!

É um fato que estamos nos tornando solitários, angustiados, profundamente estressados pelas exigências do trabalho, do trânsito, da empregada que faltou, dos filhos que precisam ser levados para a escola, das notas deles que não estão exatamente como desejamos, enfim, um stress após o outro, desde a hora que levantamos até a hora de ir deitar.

Qual o pai ou mãe que antes de deitar não fala para o filho:

- Não fique a noite inteira no computador!

Suspeitando, ou melhor, tendo a certeza de que não será ouvido.

Mesmo para os jovens, o ambiente escolar pode ser um lugar bastante estressante. Uma acne que aparece na véspera daquela festa legal poderá também gerar bastante angústia.

Enfim, motivos de angústia, de stress, pululam ao longo do dia, acumulam-se durante a semana e quando vemos estamos desanimados, sem forças, enfim, meio “pra baixo”.

Então, aquele nosso gatinho vem e deita no nosso colo, amassa um pãozinho, ronrona feliz da vida, até fechando os olhinhos da suprema felicidade de ficar no nosso colo.

Neste momento, onde você afaga seu gatinho, sente a maciez daquela pelagem tão amiga e conhecida, tudo fica para trás.

É só você e seu gato, você e a incrível capacidade que ele tem de olhar bem dentro da sua alma.

Observem, eles sempre sabem como nós estamos! A incrível capacidade que eles tem de olhar o que ninguém olha. De sondar o insondável de nossas almas e neste momento haverá uma troca de amor e carinho tão profundo, que cérebro nenhum é capaz de mensurar.

Vários artigos inclusive científicos já foram escritos falando sobre a melhora da qualidade de vida em pessoas que adquirem um bichinho de estimação, como um gatinho, seja ele comprado, adotado, não importa, mas só quem sente a maciez da pelagem de um gato poderá dizer o que isso lhe traz.

Acabei convidando algumas pessoas amigas para escreverem sobre isso. Seguem seus depoimentos.

 

Carinho

Kátia Ignácio

Longe do cérebro, perto do coração!

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