Devido ao grande número de erros no diagnóstico por ultrassom, a medicina veterinária deu um salto tecnológico e o diagnóstico passou a ser feito por D.N.A. o que tornou muito mais seguro e confiável.
LISTA DE LOCAIS ONDE SE PODE FAZER O EXAME:
Laboratório Genoa – São Paulo/SP – Fones: 11-3382-3133
Técnica: DNA - Coleta por Swab.
E-mail: lumelo@indicus.com.br
VetLab Laboratório - Petrópolis/RJ – Fones: 24-2222-2907
Técnica: DNA – Coleta por Swab.
E-mail: contato@vetlaboratorio.com.br
Animal DNA Laboraty – Melbourne/Austrália – Phones: (03) 9517 6792
Técnica: DNA – Coleta por Swab.
http://www.animalsdna.com/
Claro que certamente deve haver outros laboratórios, e nunca tive a pretensão de deter todos os conhecimentos, principalmente acerca de laboratórios ao redor do mundo. Desta forma, contribuições são sempre bem vindas e o artigo poderá sofrer revisões.
Embora sem deter todas as informações, meu principal foco é a transmissão do conhecimento sobre este sério problema e falar sobre a importância do controle desta doença nos gatis e mais ainda, ajudar os novos papais ou mamães na compra de animais isentos para esta doença o que certamente irá poupar muito sofrimento.
Um forte abraço e nos veremos novamente em breve
Kátia Ignácio
Gatil KSI Cats
REFERÊNCIAS:
Biller S. David P.K.D. Doença Policística dos Rins. Royal Canin, 2003, Descalvado.

Na ultima foto desta série mostra um rim nos estágios finais da doença, onde uma insuficiência renal já está instalada e, claro, trata-se de um quadro irreversível.

Já a foto 3 mostra um rim bastante comprometido.


Infelizmente o Brasil não conta com estatísticas para este assunto mas acredito, na minha vivência no “mundo do gato” que infelizmente não houve muitos progressos de 2003 para cá.
É ainda importante acrescentar que o PKD não é uma doença exclusiva dos persas e outros felinos. Sendo que já acompanhei na faculdade um estudo de caso de um poodle que foi a óbito por PKD.
Ainda fazendo um panorama histórico da doença, até alguns anos atrás se fazia apenas o diagnóstico da doença por ultrassom. Ocorre que esta forma de diagnóstico mostrou-se bastante falha e diversos gatos tidos como negativos foram posteriormente diagnosticados como positivos para esta alteração genética.
Um dos motivos para tantos erros de diagnóstico era a necessidade de que os transdutores tivessem 7 megahertz ou mais. Aparelhos com transdutores com capacidade menor do que essa, perdiam a capacidade de visualizar cistos menores e portanto davam falsos negativos. Já para evitar estas falhas havia a recomendação de que só fossem testados gatos com mais de 10 meses de vida, onde haveria 95% de acerto.

Quero, antes de mais nada, receber você que chegou aqui e desejar sinceramente que você encontre o que procura, até pela seriedade do tema hoje abordado.
Como todos sabem, temos uma preocupação muito grande com a questão da Doença do Rim Policístico, até porque já sentimos na pele a dor de ter um animal positivo em casa.
Uma vez superada esta dor, partimos para o posicionamento mais ético possível e castramos o animal, que, encontra-se, para nossa felicidade, muito bem de saúde, graças à Deus.
No entanto, noto que o tempo passou e pouco ou quase nada foi feito para o controle desta doença.
Infelizmente o Brasil nunca foi um país onde as estatísticas pudessem ser confiáveis, mas tenho comigo um livro da Royal Canin exclusivamente sobre este problema e lá está disponível uma tabela onde dá os resultados de uma amostragem que foi feita em diversos países.
Como o assunto é realmente importante, vou referenciar o livro e colocar aqui algumas informações contidas no livro, como por exemplo, tabela de animais contaminados por países.
Se formos fazer uma panorâmica sobre o assunto, seria interessante que vocês vissem um quadro estatístico que foi feito em 2002 onde é mostrado o altíssimo índice de animais contaminados ao redor do mundo.
PKD E SEUS DIAGNÓSTICOS
ou ainda
DOENÇA DO RIM POLICÍSTICO e seus diagnósticos
